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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Uma empresa tem, a outra não tem

Mídia Interna:  quando os empresários descobrirem o quanto ela é positiva para a empresa, vão aderir a esse instrumento de comunicação. Os que já têm a mídia interna sabem, os que não têm podem passar a conhecer adotando, por exemplo, o jornal da Intranet.  
Veja o que o Torquato fala sobre o assunto:   
A Mídia Interna pode impulsionar as organizações a adotarem formas mais eficazes e rápidas de atender o seu público interno, envolvendo-os em campanhas de promoção e prevenção à saúde, orientando-os quanto à necessidade de participar de cursos de capacitação e permitindo que os colaboradores estejam informados sobre as ações da empresa. Estes são um dos meios de gerar mudanças de comportamento, evitar boatos, desencontros de informações (TORQUATO, 2002) e, consequentemente, propiciar o equilíbrio, o bem-estar nas relações.

A Mídia Interna precisa ser incentivada nas empresas

Para isso são necessários projetos e a valorização, por parte do empresário, desse instrumento tão importante de comunicação interna

A cultura da mídia interna precisa ser incentivada, afinal de contas os trabalhadores têm o direito de serem informados, orientados e respeitados a partir do momento em que são os primeiros a serem informados sobre algo na empresa. A maioria conhece as mudanças, as inovações, ou mesmo os problemas na mídia externa, ou seja, nos jornais, TV, internet, etc.
Caros empresários, chegou a hora de valorizar os trabalhadores da sua empresa (organização, instituição).  montando uma Intranet. A partir daí, muita coisa vai mudar na empresa e na relação com os trabalhadores. No entanto, é fundamental que sejam contratados jornalistas, que são profissionais que têm a técnica, conhecem os meios de atingir o público que deseja - neste caso os seus funcionários.

Veja, a seguir, o que dizem os jornalistas que atuam na área:

Ao explicar a importância de uma mídia interna bem estruturada, Nassar e Figueiredo, R. (2004) afirmam que os públicos internos rejeitam a falta de seriedade na produção dos meios de comunicação internos. Ele cita como exemplo os quadros informativos (murais) sem programação visual, o jornal da empresa feito de forma amadora, sem um layout atrativo, e o vídeo empresarial sem edição profissional e desprovido de recursos eletrônicos.
Nassar e Figueiredo, R. (2004, p. 28) argumentam que “[...] o público interno confronta, o tempo todo, os padrões de criação e produção de mídias internas com os das mídias externas tradicionais”, ou seja, as revistas e jornais de circulação nacional e os veículos on line (encontrados na Internet). Assim, no conceito dos autores, seguir os padrões de criação e produção das mídias externas de massa é condição básica para assegurar a eficiência e a credibilidade da comunicação empresarial para o público interno.
Dessa forma, para a condução de processos estratégicos de comunicação é importante a integração de meios, conteúdos e linguagem na mídia interna o que contribui, segundo Parente (2003), para transformar a maneira de lidar com os diferentes públicos de uma organização. Em sua análise, essa postura está diretamente relacionada à profunda compreensão da empresa sobre seu papel e dos profissionais que trabalham nela.
Fontes:
NASSAR, P.; FIGUEIREDO, R.  O que é comunicação empresarial?.  São Paulo: Brasiliense, 2004. (Primeiros Passos).
PARENTE, C.  Quem deve comandar os processos de comunicação interna – Projeto Cristo Redentor de Braços Aberto: a comunicação integrada na consolidação do relacionamento com os públicos interno e externo.  In: NASSAR, P. (Org.).  Comunicação interna: a força das empresas.  São Paulo: Aberje, 2003. v. 1, p. 59-64.

Dica do Blog

Pense muito antes de falar algo negativo, a crítica construtiva é o melhor caminho e vem seguida de uma ideia, de uma proposta de solução. Caso contrário, ficar calado é o melhor negócio.